Crônica: A árvore caída

Crônica: A árvore caída
Texto assinado por Cláudio Lisias da Silva
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Fui convidado pelo meu grande amigo Dr. Tadeu Guimarães para integrar um grupo de velhos amigos, não de amigos velhos, para juntos alternamos crônicas que retratam nosso cotidiano e nossa história.

Estava internado justamente quando fui convidado, mas aceitei mais do que depressa, não porque escrevo bem, ou que seja bom de crônica, mas fazer parte um grupo de amigos que admiro muito, como Dr. Tadeu, que inclusive já escreveu uma crônica sobre o júri da facadinha que atuamos em lados opostos no julgamento me deixou muito lisonjeado e me estimulou a escrever, mas está no grupo Cláudio Lima, João Alfredo, Aires, Marcos Neves. Dr. João já escreveu crônicas aqui sensacionais, e do mesmo modo o amigo Dr. Marcos Neves, estou aguardando o Dr. Lima e o Dr. Aires, iniciarem.

Bom de minha parte início lembrando de uma fase muito boa de nossa infância e adolescência, quando nosso rumo certo a sair da escola era partir todos para o Uirapuru, ali estávamos num paraíso, muitas árvores, quadra, campinho de futebol, mesa de tênis de mesa, piscina, mas o que mais minha turma gostava era da árvore caída, que fornecia pra nós um balanço gigante, passávamos a tarde toda, até já na boca da noite brincando naquele galho grande quebrado.

Era o mais próximo que tínhamos do Hopi Hari e do parque da Disney.

Pouca coisa na cabeça pra pensar, a ansiedade era para encontrar os amigos pra brincar. Tempo de felicidade, problemas quase nada, a maior alegria era saber que no dia seguinte, com certeza estaríamos novamente perto dos nossos amigos, inclusive desses que fazem parte desse seleto grupo de “escritores”.

Prometo que com o passar dos dias vou começar a aprender escrever crônicas.

  • Cláudio Lisias da Silva, Advogado, 55 anos, escritório em Auriflama desde abril de 1989. Nascido em Auriflama em outubro de 1964.

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