Crônica: A genética do futebol

Crônica: A genética do futebol
Texto assinado por Miguel Tadeu Guimarães de Campos
37Shares

O campeonato paulista acabou. O Corinthians ficou sem tetra e o Palmeira ganhou sem treta. Melhor assim. Não teve tetra, nem treta.

Então hoje vou falar de futebol. Mas antes quero lembrar que pra escrever as crônicas eu criei alguns temas, para separar o que vou escrever. Um dos temas é “coisas que só têm em Auriflama”.

Pois é, quando eu falei que Auriflama tem algumas coisas que outras cidades não têm, alguns devem ter duvidado. Mas não duvide. A lista é longa.

Hoje vou comentar apenas mais um item da lista, que tem relação com o futebol.

Refiro-me a duas famílias que tem o futebol na genética. A família Canhoto e a família Secco.

Os que gostam e os que não gostam de futebol sabem que essas duas famílias têm em comum que todos da família jogaram futebol, e bem.

Com um diferencial. A família Secco formou um time de futebol de salão que ficou famoso na cidade, e a família Canhoto não chegou a formar um time.

Mas indiscutivelmente todos reconhecem que os Canhoto e os Secco são famílias com essa característica, de todos jogarem futebol. E é lógico que uns jogaram mais, outros menos, mas todos contribuíram para o folclore.

Não sei se o seu Geraldo jogou bola (deve ter jogado), mas não cheguei a ver. Já o seu Canhoto eu vi jogar, no fim de sua carreira. Era um lateral BBB (boleiro, baxim e bão).

E essas famílias já ficaram para a história futebolística da cidade. Parabéns aos patriarcas e aos filhos.

E na sequência futebolística da cidade, contam que o seu Nelson Jorge tentou seguir o mesmo caminho.

Primeiro, nasceu o Zé Jorge, que jogava muito bem, mas muito bem mesmo…(fez história no Netuno e por onde jogou)

Depois, nasceu o Nelsinho, que também jogava muito bem…(fez história na Reba)

Aí nasceu o Carlim Gordim….

Bem…. aí reza a lenda que, quando o seu Nelson Jorge viu o Carlim jogando, virou para a patroa e falou: ___é melhor parar com esse negócio de formar time….

Liga não Carlim…você fez história no Argentino Juniors, meu amigo. Um abraço.

  • Miguel Tadeu Guimarães de Campos, 56 anos, promotor de Justiça em Campinas-SP

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *