Crônica: Selo de autenticidade de Auriflama

Crônica: Selo de autenticidade de Auriflama
Texto assinado por Miguel Tadeu Guimarães de Campos
202Shares

Não sei bem como abordar o assunto da crônica de hoje, porque pretendo falar de pessoas que fizeram e fazem parte da história auriflamense, mas fico meio constrangido, com medo de não ser compreendido.

Mas o meu coração está em paz. Trata-se de homenagem e não zoeira.

Tudo certo? Sem preconceitos e sem polêmica?

Então, vamos lá, a brincadeira é a seguinte. Faz de conta que foi criado um “selo de auriflamense autêntico” e para que você tenha esse selo tem que passar por um teste.

Sugiro que uma das provas seja a seguinte: Você tem que responder as seguintes perguntas:

1) Na sua infância ou adolescência, já assobiou imitando o Paulistinha e falou: Primo, ô primo…?

2) Já viu o Bolinha de capacete e se perguntou cadê a moto?

3) Já correu do Luiz Loco ou do Punhalada?

4) Já ouviu um rock cantado pelo Eli Roqueiro?

5) Ouviu o Tiaozão falando que, quando o acabasse o mundo, ele iria fugir pra Guzolândia?

6) Já foi abordado pelo Natalício, e ele se convidou para ir na sua casa comer um macarrone?

7) Sabe dizer quem era o amigo inseparável do Maciste?

8) Já ficou com medo da Elza?

9) Sabe dizer qual era a cor preferida da Fia?

Se você já passou por pelo menos sete das experiências acima, você é um autêntico auriflamense, e teve o prazer de conhecer esses ilustres personagens que fazem parte do folclore da cidade. Costumo dizer que fazem parte do patrimônio da cidade.

A cada um, com o seu jeito de viver e levar a vida, rendo as minhas homenagens.

Não dá pra imaginar Auriflama sem eles.

E aí, passou no teste???

Obs: se não passou no teste, não desanime, ainda voltarei ao tema (hoje é só a parte 1, porque há muito patrimônio na cidade)

  • Miguel Tadeu Guimarães de Campos, 56 anos, promotor de Justiça em Campinas-SP

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *