Crônica: Três adeus a Maradona

Crônica: Três adeus a Maradona
Texto assinado por Miguel Tadeu Guimarães de Campos
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Adeus, Maradona.

Foste cedo, cedo demais….poderia ter ficado mais entre nós.

Gostamos muito de tuas jogadas, teus gols, até do jeito manhoso.

Mas, se chegou a hora do ir, então adeus.

A Deus, Maradona.

Pois é, Dieguito, estais indo a Deus.

Não sei como serás recebido. Se o serás como o eras em La Bombonera.

Mas, com certeza, serás recebido por Ele.

Se não o conheceu bem em vida, agora o conhecerás.

Há Deus, Maradona.

Há sim, creia ou não.

E a Ele devemos prestar contas de tudo o que fizermos aqui.

Você, que sempre foi lembrado pela “mão de Deus”, agora a conhecerás.

Segura na mão de Deus e vai”…

  • Miguel Tadeu Guimarães de Campos, 56 anos, promotor de Justiça em Campinas-SP

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