Davi e Ismael pedem recursos para Auriflama ao deputado Júnior Bozzella

Davi e Ismael pedem recursos para Auriflama ao deputado Júnior Bozzella
Vereadores estiveram com o parlamentar em São José do Rio Preto
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REDAÇÃO

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Auriflama, SP, 17 de maio (DN) – Em busca de melhorias para o município, os vereadores auriflamenses Davi Francisco Costa, o Davi (MDB), e Ismael Fernandes (MDB), se reuniram com o deputado federal Nicolino Bozzella Júnior, o Júnior Bozzella (PSL).

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O encontro aconteceu na última sexta-feira, dia 14, em um hotel em São José do Rio Preto.

Ao deputado, os vereadores entregaram um ofício solicitando recursos para aquisição de um caminhão-pipa. “Nos últimas anos, Auriflama sofreu com uma série de incêndios que destruíram residências e lojas, causando enormes prejuízos”, explica o vereador Davi.

“Além disso, as queimadas no período da seca assustam e causam grandes transtornos”, completa o vereador Ismael, em fala ao deputado federal justificando o pedido pelo veículo.

De acordo com o Júnior Bozzella, sua equipe irá avaliar a solicitação e providenciar a documentação legal para apresentar a demanda ao Governo Federal.

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“Serei um deputado parceiro de Auriflama, quero ser a voz do povo auriflamense no parlamento. Podem confiar”, declarou o parlamentar.

Carreira política

Bozzella foi vereador da cidade de São Vicente entre os anos de 2013 a 2016, disputou outras eleições para o mesmo cargo na eleição municipal de 2008, onde lançou-se candidato pela primeira vez e mais recentemente nas eleições municipais de 2016 para o cargo de prefeito de São Vicente, no qual obteve 12.661 votos, 7,31% dos válidos, e foi o terceiro mais sufragado, assim em ambos os pleitos não foi eleito. Após o fim de seu mandato como parlamentar foi nomeado superintendente do Estado de São Paulo da Fundação Nacional da Saúde.

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Em 2019, já como deputado federal eleito, ganhou visibilidade após apresentar projeto de lei visando a criminalização de jogos eletrônicos considerados violentos. O deputado propôs a proibição em resposta ao Massacre de Suzano, justificando que o convívio com videogames violentos pode levar os jovens a cometerem “atos de violência massiva”.

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